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O Oracle Apex separada apresentação da lógica da aplicação. Você pode projetar sua aplicação em um tema, mudar para outro tema fornecido ou criar e usar o seu próprio tema personalizado. Ao separar a lógica da aplicação da renderização de HTML, o aplicativo pode tirar proveito de novos projetos e outros avanços tecnológicos, sem que a aplicação seja reescrita. O Oracle também possibilita a integração da biblioteca jQuery e permite aos desenvolvedores escrever funcionalidade JavaScript complexas utilizando procedimentos jQuery em vez de precisar escrever código de baixo nível.

Modificando Paginas HTML

Você também pode codificar suas paginas HTML individuais, isto é útil de muitas maneiras, como por exemplo criar uma pagina inicial para a aplicação. Como criamos uma aplicação à partir do zero, nossa pagina chamada Home, está vazia e toda vez que acessamos o aplicativo, encontramos uma pagina somente com o menu e uma Region, existem muitos recursos para personalizar sua aplicação siga os seguintes passos para começar com o básico:

1 – Entre no Application Builder e selecione sua aplicação, em seguida vamos mudar os parâmetros globais que irão aparecer em todas as paginas, clique em Edit Application Properties:

Application Builder

Application Builder

2 – Em Global Notification, substitua a mensagem que inserimos no exemplo anterior pela mensagem da imagem abaixo:

Global Notification

Global Notification

3 – Em Logo, selecione texto e insira um texto para seu logotipo, você também pode escolher atributos para seu texto, após terminar clique em aplicar mudanças:

Logo

Logo

4 – De volta na pagina principal de sua aplicação clique na sua pagina Home para editar a pagina e dê um duplo clique em Home:

Home

Home

5 – Na opção Source insira o código abaixo:

Source

Source

6 – Na opção Header and Footer, insira o estilo CSS para complementar o tema da sua pagina:

CSS

CSS

7 – Aplique as mudanças e rode sua aplicação, você já tem sua pagina inicial:

Página Inicial

Página Inicial

Pronto! Sua aplicação agora possui um titulo, um menu de navegação, um breadcrumb e conteúdo personalizado no corpo da pagina principal, também possui uma guia chamada funcionários contendo um cadastro com as funcionalidades completas para visualizar, pesquisar, inserir, alterar e apagar dados do banco de dados Oracle . Você ainda pode personalizar sua aplicação de muitas maneiras diferentes.

Para acessar o post anterior para Apex clique aqui.

Exemplo:

Utilize os códigos HTML abaixo para completar as respectivas propriedades na IDE RAD do APEX.

Source

<h1>Aprenda gratuitamente conoso</h1>
<h2>Oracle Application Express</h2>
<p>Desenvolvimento Aberto é uma organização voltada para o aprendizado e discussão de técnicas de desenvolvimento focado em algumas linguagens de programação sendo parcialmente/totalmente abertas ou com licenças gratuitas para desenvolvedores de cada uma de suas respectivas marcas registradas.<br />
<br />
Desenvolvimento Aberto foi escrito e desenvolve utilizando ferramentas gratuitas disponibilizadas pelas melhores empresas de software da atualidade, incluindo a própria hospedagem e design deste site, sendo assim, também proporciona conteúdo gratuito, isso quer dizer que você não paga nada para aprender e utilizar as tecnologias de ponta que podem ser manuseadas através das linguagens de programação mais requisitadas pelas empresas no mercado atual.
</p>

Region Header

<style type="text/css">

h1 {background-color: #483D8B;
    padding: 20px;}
h2 {background-color: #4682B4;
    padding: 20px;}
p  {background-color: #ffffff;
    background-color: hsla(0,100%,100%,0.5);
    color: #64645A;
    padding: 20px;}
</style>

 

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Uma aplicação Apex utiliza o conceito de formulário e relatórios, os formulários são usados ​​para exibir, editar e coletar dados, que então serão enviado de volta para o banco de dados para processamento de forma declarativa, ou seja você só escreverá código quando for realmente necessário, a maioria do desenvolvimento é feito através de guias passo a passo. O Apex torna muito simples escrever aplicações com banco de dados Oracle, você criar desde aplicações relativamente comuns até aplicações avançadas que podem utilizar recursos dinâmicos da web 2.0.

O modo de criar rápidas interfaces para um formulário e um relatório é utilizando a opção de relatório e formulário sobre uma tabela, deste modo você obterá uma pagina web com um relatório de consulta sobre uma tabela e um formulário que permite que o usuário crie, altere e apague os dados nele apresentados utilizando o formulário atrelado ao relatório, o usuário ainda conta com uma interface gráfica completa com todos os recursos para simplificar sua interação com aplicação e os dados manipulados pelo banco de dados. Existem vários tipos de formulários e relatórios no qual o desenvolvedor pode se beneficiar, vamos mostrar abaixo um formulário atrelado a um relatório que cria uma interface ideal e de forma rápida para que o usuário manipule simples tabelas.

Criando um Formulário e um Relatório com Apex

Utilizando a aplicação criada no exemplo anterior vamos criar uma nova pagina web em conjunto com um formulário e um relatório, está é a opção ideal para que o usuário manipule dados de que necessitam de manutenção.

1- Entre no Apex e abra a aplicação criada no exemplo anterior:

Aplicação Apex

Aplicação Apex

2 – Crie uma nova pagina do tipo Form e clique em próximo:

Form

Form

3 – Escolha a opção Form on a Table with Report e clique em próximo:

Form e Report

Form e Report

4 – Escolha o esquema proprietário de sua tabela ou visão para o formulário, visto que ao utilizar visões para criar o formulário você precisa utilizar uma trigger INSTEAD OF para manipular os dados, veja nossos exemplos de visões fazendo uma busca pela palavra View neste site:

Esquema do Banco de Dados

Esquema do Banco de Dados

5 – Escolha o nome da tabela ou visão e clique em próximo:

Tabela ou Visão

Tabela ou Visão

6 – Na pagina do relatório escolha os nomes para a pagina e sua descrição, adicione um Breadcrumb, o ligue na pagina principal e clique em próximo:

Relatório

Relatório

7 – Marque a opção que adiciona a pagina em uma guia existente e crie uma nova guia neste conjunto e nomeie sua nova guia:

Nova Guia

Nova Guia

8 – Escolha os campos da tabela para serem exibidos no relatório e clique em próximo:

Colunas para exibição

Colunas para exibição

9 – Escolha um ícone para o botão de alterar que será localizado em cada linha de dados retornados da tabela:

Ícones para os dados

Ícone

10 – Entre com as opções para a pagina do formulário, muito similar ao que você já fez para o relatório:

Formulário

Formulário

11 – Selecione uma chave primaria para que sirva de controle para o formulário, atente-se que o Oracle somente lhe da duas opções de chaves primarias, e reconhece automaticamente sua chave, isto acontece devido as melhores praticas para desenvolvimento do banco de dados. O Oracle supõe que você utilize sua chave como ID e que em raros casos você precise de outra chave primaria para a mesma tabela, não é de boa pratica utilizar chaves compostas para que valores de vários campos não se repitam em uma tabela, para isto o Oracle e outros bancos de dados possui índices únicos. Se você é um adepto de chaves primarias compostas, esqueça deixo isto no passado não tente ressuscitar conceitos de antigos banco de dados, isto só aumenta o tamanho de seus scripts SQL e criam objetos (chaves) desnecessários no banco de dados:

Chave Primaria

Chave Primaria

12 – Defina a forma como seu identificador da chave primaria está sendo alimentado, nos optamos por Triggers somente para cobrir a criação de mais objetos nestes exemplos, com você vê na figura abaixo você pode utilizar a Sequence diretamente, para um melhor entendimento sobre as Triggers veja nosso post sobre este Triggers:

Alimentando os IDs

Alimentando os IDs

13 – Selecione os campos que poderão ser manipulados pelo formulário:

Colunas para o Formulário

Colunas para o Formulário

14 – Defina as ações que o formulário poderá executar:

Ações do Formulário

Ações do Formulário

15 – Após conferir o resumo da configuração do desenvolvimento clique em concluir:

Resumo

Resumo

16 – Com o relatório e o formulário criados, clique em executar para testar sua aplicação:

Relatório

Relatório

17 – Manipule a interface gráfica da pagina gerada e tente criar, alterar e excluir um registro:

Formulário

Formulário

Pronto! Você criou um relatório e um formulário que utilizam uma interface gráfica completa para web sobre o banco de dados Oracle sem escrever uma única linha de código.

Para acessar o post anterior para o Apex clique aqui.

 

 

O Apex possibilita criar aplicações de banco de dados permitem que os desenvolvedores tenham total controle sobre todos os aspectos do processo de desenvolvimento e das funcionalidades do aplicativo final. Com aplicações de banco de dados, os desenvolvedores podem aproveitar diretamente suas habilidades de programação PL/SQL. Aplicações de banco de dados usam o controle declarativo sobre o controle de fluxo e suporte a controles de interface de usuário completa através do uso de modelos e temas.

Paradigma de Programação Declarativa

Programação declarativa é um paradigma de programação baseado em programação funcional, programação lógica ou programação restritiva. A definição determina que um programa é declarativo se descreve o que ele faz e não como seus procedimentos funcionam. Dessa forma, linguagens de marcação são declarativas pois descrevem o que são suas estruturas e não como elas serão utilizadas. A linguagem declarativa é um tipo de linguagem de programação , onde descreve quais são as metas de uma tarefa, sem escrever o código para realizar tal tarefa.

Criando uma Aplicação com APEX

Toda aplicações Web possui uma navegação e um controle de fluxo. O Oracle Application Express fornece componentes internos para simplificar o desenvolvimento e manutenção de controles de navegação. Navegação é controlada utilizando as tags declarativas de um ou dois níveis. A seguir vamos criar uma aplicação à partir do zero.

1 – Clique no menu Application Builder e escolha uma aplicação do tipo Database e clique em próximo:

Application Builder

Application Builder

2 – Escolha uma descrição e um nome numérico para sua aplicação, marque a opção From Scratch, escolha o esquema do banco de dados e clique em próximo:

Nome da Aplicação

Nome da Aplicação

3 – Escolha um tipo de aplicação e crie uma pagina inicial chamada home e clique em próximo:

Adicionar Página

Adicionar Página

4 – Escolha o fluxo de navegação da pagina, marque One Level of Tab e clique em próximo:

Fluxo de Navegação

Fluxo de Navegação

5 – Não vamos primeiramente compartilhar nenhum componente entre aplicações, então selecione a opção, não, e clique em próximo:

Compartilhamento de Componentes

Compartilhamento de Componentes

6 – Escolha o esquema de autenticação Application Express, a língua da aplicação e o formato da data e clique em próximo:

Autenticação - Língua - Formato da Data

Autenticação – Idioma – Formato da Data

7 – Escolha um tema para sua aplicação e clique em Create:

Temas

Temas

8 – Sua aplicação foi criada com sucesso! Clique em Edit Application Properties para alterar as propriedades da aplicação:

Aplicação - Oracle Apex

Aplicação – Oracle Apex

9 – Clique no menu Global Notification para adicionar uma mensagem global no cabeçalho de sua aplicação e aplique as mudanças:

Global Notification

Global Notification

10 – Clique em Run para rodar sua aplicação, e autentique-se com um usuário valido:

Login

Login

11 – Sua aplicação criada do zero está rodando com sucesso, entretanto possui  apenas uma pagina vazia:

Aplicação Apex

Aplicação Apex

Agora você pode utilizar os recursos do Oracle de Forms e Reports para criar robustas aplicações web integradas com o banco de dados Oracle. Você pode definir Forms que permitem a entrada de dados para uma ampla veracidade de casos de uso, incluindo: Master-Detail, tabular , Forms em Web Services, Forms em Tabelas, Forms sobre Stored Procedures e Wizard Forms.

Você também pode criar relatórios interativos que permitem que os usuários finais os personalizem. Os usuários podem criar múltiplas variações do relatório e salvá-los como relatórios nomeados, com saída para arquivos delimitados por vírgula ou imprimi-los em documentos PDF. Relatórios interativos suportam: Seleção de colunas, filtros, classificação, quebras, destaques, colunas calculadas, gráficos e vários outros recursos.

Para acessar o post anterior para o Apex clique aqui.

 

 

Você gerencia os seus projetos de desenvolvimento em um único ambiente integrado em tempo real? O Team Development encarrega-se especialmente do desenvolvimento da equipe e facilita a gestão do processo de desenvolvimento de aplicações. É uma ferramenta completa para gerenciar seu time de desenvolvedores, além de rastrear recursos, executar tarefas, marcar etapas, gerenciar os erros e muito mais. Através de comentários se obtém o feedback do usuário e, em seguida, pode-se classificar os comentários de usuários como recursos, para realizar novas tarefas e ou correção de erros. O Team Development possui cinco ferramentas com vários recursos para lhe ajudar a manter seus projetos e sua equipe de desenvolvimento.

Team Developement

  1. Features – Possibilita a criação de novas características da aplicação e também rastrear as funcionalidade da sua aplicação desde a concepção inicial até a implementação. Os recursos podem ser organizados pela liberação, atribuídos a desenvolvedores, etiquetados, associado a marcos e etc.
  2. Milestones – São marcos, permitem a marcação e o acompanhamento de eventos. recursos, erros, e lista de tarefas.
  3. To Dos – Criam tarefas e são nada mais que itens de ação que podem ser atribuídos, priorizados, marcados e controlados.
  4. Bugs – São itens criados para controlar defeitos de software. Erros podem ser atribuídos, associados à marcos, e acompanhados por data de vencimento, status e vários outros atributos.
  5. Feedback – São ligações ou sugestões que podem ser incorporadas em aplicações declarativas via entrada pela barra de navegação, ou codificação de um link. Usuários que executam uma aplicação podem, então, fornecer feedback, os usuários com acesso ao módulo de desenvolvimento da equipe dentro do Oracle Application Express podem gerenciar os feedbacks. O feedback pode ser convertido em um bug, em uma tarefa, uma entrada ou uma nova característica.

 Utilizando o Team Development

O Apex conta com o conceito de usuários e grupos, os usuários são divididos em três categorias, os administradores que podem criar e modificar aplicações e objetos do banco de dados, os desenvolvedores que podem modificar aplicações e objetos do banco de dados e o usuários finais que não possuem privilégios de desenvolvimento, podem apenas acessar aplicações que não utilizam autenticação de um esquema externo. Todos os usuários estão integrados e podem ser geridos a partir do Team Developer.

Para a introdução a está ferramenta vamos utilizar o conceito de tarefas no qual é muito semelhante ao uso do popular MS Project, onde o gerente de projeto pode criar as clássicas tarefas com a porcentagem do andamento, tempo estimado de execução e atribui-las a determinado recurso, porem no Team Development não trabalhamos em uma planilha Standalone que é compartilhada e sim em um ambiente online totalmente integrado que dispensa o uso de ferramentas externas.

1 – Acesse o menu Team Development e clique em To Dos:

Team Development

Team Development

2 – Clique em Create To Do para criar uma nova tarefa:

Tarefas

Tarefas

3 – Uma tarefa consiste em vários itens como, a ação da tarefa, a quem a tarefa esta associada, o colaborador da tarefa, data de inicio, data estimada de termino e data do termino da tarefa:

Ação da Tarefa

Ação da Tarefa

4 – Rolando a pagina mais abaixo encontramos os detalhes da tarefa como, versão, categoria, descrição, contexto da aplicação e pagina:

Detalhes da tarefa

Detalhes da tarefa

5 – Mais abaixo se encontra, o marco da tarefa se estiver associado a um, as características da tarefa se estiver associada a uma, as etiquetas da tarefa e a estimativa de horas para a realização da tarefa.

Contexto e Estimativas

Contexto e Estimativas

6 – Logo após a tarefa ser criada você pode gerencia-la como desejar, pode ainda se obter vários tipos de visualizações da lista de tarefas como por exemplo, em um calendário:

Lista de Tarefas

Lista de Tarefas

O Team Development é uma poderosa e completa ferramenta on-line para gerenciamento de todas as etapas do seu projeto, possibilitando interação com todos os tipos de usuários em tempo real. Para saber mais sobre o Team Development clique aqui.

Para acessar o post anterior clique aqui.

 

O SQL WorkShop nos possibilita através de seu menu de utilidades importar e exportar dados no formato texto, XML ou no formato de planilhas. O processo ocorre através de Wizards que guia o desenvolvedor passo a passo, navegando através de suas opções.

Para importar os dados vamos utilizar um arquivo texto separado pelo caractere “|” (pipe) e o marcador de ponto decimal correspondente ao idioma utilizado no computador, neste caso pt-br, você encontra o arquivo logo abaixo.

Importando Dados de um Arquivo Texto: Data Workshop

1 – Antes de importar os dados precisamos ter certeza que os objetos do banco de dados estão funcionando corretamente, como vimos no post anterior, possuímos 3 objetos interligados, eles são uma tabela, uma sequencia que cria números sequenciais para os identificadores da tabela e uma Trigger que alimenta os identificadores. No menu SQL Command insira uma linha de testes com o identificador nulo para testar os objetos do banco de dados, depois apague a linha, utilize a imagem abaixo para referencia:

SQL Command - Testa Objetos

SQL Command – Testa Objetos

2 – No menu SQL WorkShop clique em Utilities->Data WorkShop:

Utilities

Data Workshop

3 – Escolha a opção Text Data para importar um arquivo de texto:

Text Data

Text Data

4 – Na opção Load To escolha importar os dados para uma tabela existente:

Opções de Importação

Opções de Importação

5 – Escolha um esquema do banco de dados para o seu Workspace:

Esquema

Esquema

6 – Escolha a tabela em que deseja importar os dados:

Tabela

Tabela

7 – Está é a janela de parâmetros e é muito importante, você precisa escolher o arquivo que deseja importar seguido do delimitador que separa os campos, você precisa escolher o caractere responsável pelos marcação de texto, no caso aspas. Logo em seguida desmarcar a opção chamada  “A primeira linha contem o nome das colunas”, já que não utilizamos colunas no arquivo texto, somente o conteúdo de dados:

Parâmetros da Importação

Parâmetros da Importação

8 – Nesta tela o Wizard identificou que as colunas da tabela não batem com a quantidade de colunas do nosso arquivo texto, não se preocupe, isto é porque a sequencia e a Trigger irão criar os identificadores para o campo ID do funcionário. Você precisa identificar as colunas para cada tipo de dados no texto:

Mapeando as colunas

Mapeando as colunas

9 – Após terminar de mapear as colunas, clique em Carregar Dados, os dados serão importados e os resultados serão exibidos por cada linha do arquivo caso houver erros. Atente-se ao padrão do ponto decimal para os campos do tipo Number. Tem uma manha ai! Se você utilizar um campo numérico pelo SQL Command e tentar inserir um Number como fizemos no primeiro passo deste post, o caractere marcador do ponto decimal é “.” (ponto), quando você utiliza pelo Wizard, você está utilizando dados no contexto da sua língua nativa, no nosso caso Pt-br então o marcador de decimal precisa ser “,” (virgula).

Dados Importados com Sucesso!

Dados Importados com Sucesso!

10 – Para verificar os dados ainda no SQL Workshop clique em Object Browser, selecione a tabela e escolha a opção Data:

Object Browser

Object Browser

Exemplo:

Neste exemplo criamos uma tabela de funcionários no qual vamos contratar alguns músicos para um concerto de rock, vamos alimentar os dados através de um arquivo texto com os campos separados pelo caractere pipe. Crie um arquivo texto com os dados abaixo no qual serão utilizados para a importação.

Para o post anterior clique aqui.

TXT

dados.txt

"Axl"|"Rose"|"Vocalista"|2234,56
"Eddie"|"Vedder"|"Vocalista"|2134,56
"Stone"|"Gossard"|"Guitarrista"|1534,12
"Jerry"|"Cantrell"|"Guitarrista"|1634,10
"Kim"|"Thayil"|"Guitarrista"|1467,98
"Michael"|"Peter Balzary (Flea)"|"Baixista"|1334,22
"Taylor"|"Hawkins"|"Baterista"|2210,59

O SQL Workshop fornece varias ferramentas que permitem visualizar e gerenciar os objetos do banco de dados através de Wizards, tornando fácil para o desenvolvedor criar toda a modelagem de dados de suas aplicações, o único requisito para uma modelagem perfeita é que o desenvolvedor conheça os conceitos do banco de dados Oracle e todos os seus recursos.

O SQL Workshop é divido em cinco ferramentas principais, elas são:

  1. Object Browser – permite que você navegue, crie e manipule qualquer objeto do banco de dados dentro do workspace da aplicação, como Tables, Views, índices, packages, sequences, tipos e todos os outros objetos do Oracle Database.
  2. SQL Commands – permite que você execute instruções SQL direto de seu navegador.
  3. SQL Scripts – permite que você efetue um upload de arquivos contendo scripts PL/SQL e os execute no banco de dados conectado ao seu workspace.
  4. Query Builder permite que você crie consultas graficamente, arrastando tabelas e exibições em um painel. Os Joins podem ser definidos arrastando e soltando nomes das respectivas colunas.
  5. Utilities – permitem que você execute vários outros procedimentos uteis no workspace de sua aplicação, como: subir dados de arquivos textos, criar DDL para os objetos do seu esquema, manusear a lixeira do seu workspace, monitorar as atividades de seu workspace entre varias outras.

Criando o Bando de dados de Sua Aplicação

Vamos primeiramente criar os objetos para nossa aplicação utilizando um script SQL em um arquivo que contem, uma tabela, uma sequence e uma trigger.

1 – Acesse o workspace da sua aplicação e clique em SQL Workshop->SQL Scripts, em seguida clique em upload selecione o arquivo contendo seus scripts SQL e clique em upload novamente para subir o arquivo para o servidor do Oracle APEX:

Upload - SQL Scripts

Upload – SQL Scripts

2 – Clique em Run Now para executar os scripts SQL em seu arquivo, na linha de seu arquivo clique no ícone da coluna RUN para rodar os scripts. Após a execução dos scripts clique em View Results para saber se tudo correu corretamente:

Run Now

Run Now

3 – Com os objetos criados com sucesso em seu workspace, para visualizar ou editar seus objetos utilize a opção Object Browser e navegue pelos seus objeto:

Object Browser

Object Browser

Pronto! você já possui os objetos de dados para criar uma aplicação APEX, para saber mais sobre como criar aplicações utilizando o Oracle Application Express veja o próximo post desta série.

Para acessar o post anterior da série: clique aqui.

SQL

Salve  estes scripts em um arquivo de extensão sql para efetuar um upload para seu banco de dados.

PL/SQL – arquivo SQL – sql0001.sql

-- cria tabela
create table Funcionarios(
  ID_Funcionario  NUMBER(5),
  Nome            VARCHAR2(30),
  Sobrenome       VARCHAR2(70),
  Cargo           VARCHAR2(30),
  Salario         NUMBER(9,2),
  CONSTRAINT	pk_ID_Funcionario PRIMARY KEY (ID_Funcionario)
  );

-- Cria sequencia
CREATE SEQUENCE ID_Funcionario_seq START WITH 1;

-- Cria Trigger
CREATE OR REPLACE trigger BI_Funcionarios
  before insert on Funcionarios
  for each row
begin
  if :NEW.ID_Funcionario is null then
    select ID_Funcionario_seq.nextval into :NEW.ID_Funcionario from dual;
  end if;
end;

O Oracle Application Express (APEX) é um ambiente de desenvolvimento de software baseado na web que roda em um banco de dados Oracle. O APEX vem como padrão em todas as edições banco de dados Oracle, à partir do Oracle 11g, é instalado por padrão como parte do núcleo do banco de dados.

As aplicações Apex podem ser executadas no Oracle Express Edition, o banco de dados livre (XE) da Oracle com limite de 11 GB de dados e uma CPU, a Oracle também fornece hospedagem gratuita de aplicações demos em um workspace criado por você em uma conta gratuita da Oracle.

O APEX foi desenhado para construir aplicações web complexas que podem ser usadas na maioria dos navegadores modernos. O ambiente de desenvolvimento APEX também é baseado em browser. O APEX possui varias vantagens por ser parte do núcleo do banco de dados Oracle, por exemplo, os DBAs já familiarizado com PL/SQL podem usar o seu conjunto de habilidades para desenvolver aplicações web usando o conceito de criação de maquetes utilizando temas pré-construídos. Com a fácil implementação e sua arquitetura o usuário final somente precisa abrir uma URL para acessar um aplicativo APEX que pode ser implantado em laptops, servidores autônomos, ou instalações do Oracle RAC.

Configurando uma Conta APEX

Para utilizar o APEX precisamos de um banco de dados Oracle igual ou superior a versão 11g, escolhemos a versão livre do Oracle chamada Oracle XE 11g R2, caso ainda não tenha instalado o Oracle em seu computador, utilize o walkthrough para seu sistema operacional:

Oracle XE – Windows : Oracle XE 11g

Oracle XE – Linux: Oracle XE 11g

1 – Abra  no seu navegador a interface de administração do Oracle utilizando o respectivo ícone “Conceitos Básicos” instalado no menu de sua interface gráfica:

Oracle - Interface de Administração Web

Oracle – Interface de Administração Web

2 – Clique no menu Application Express e entre com o usuário SYSTEM e a senha configurada na instalação do banco de dados:

SYSTEM

SYSTEM

3 – O APEX possui um ambiente rápido de desenvolvimento completo e seu conceito é baseado em Workspaces, ou seja para cada Workspace você pode ter vários usuários desenvolvendo aplicações em diferentes esquemas do banco de dados Oracle. Para cada Database User você precisa definir um Workpace e uma senha:

Database User - Workspace - Password

Database User – Workspace – Password

4 – Após seu Workpace ser criado com sucesso, um link será exibido para que você possa acessa-lo diretamente:

Workspace criado com sucesso

Workspace criado com sucesso

5 – Efetue um Login no seu Workspace para acessar a IDE de desenvolvimento de aplicações do APEX:

Workspace - Login

Workspace – Login

6 – Pronto! Você já esta conectado em seu Workspace e pronto para criar aplicações web direto do seu navegador utilizando o banco de dados Oracle:

Oracle Application Express

Oracle Application Express

O APEX é uma suíte completa de desenvolvimento Oracle para WEB utilizando PL/SQL, para saber mais sobre como criar aplicações utilizando o Oracle Application Express veja todos os post desta série.

O Oracle SQL Developer é uma versão gráfica do SQL * Plus que dá aos desenvolvedores de banco de dados uma maneira conveniente para executar tarefas básicas. Você pode conectar a qualquer destino do Oracle Database XE utilizando esquema de banco de dados padrão do Oracle. Uma vez conectado, você pode executar operações em objetos na base de dados.

Oracle SQL Developer Download: SQL Developer.

Instalando o Oracle SQL Developer no Linux openSuse

Para instalar o Oracle SQL Developer na distribuição Linux openSuse precisamos nos atentar a alguns detalhes, o primeiro é a versão do JDK, o JDK 8_25 ainda não é suportado por está versão do SQL Developer, para garantir uma instalação bem sucedida é recomendado instalar o JDK 7. Um outro detalhe é a interface GNOME, em alguns casos você pode encontrar um erro ao tentar iniciar o Oracle SQL Developer, use o comando abaixo se encontrar um erro na inicialização do SQL Developer na interface gráfica GNOME:

unset -v GNOME_DESKTOP_SESSION_ID

Instalando e Configurando o Oracle SQL Developer

Baixe o JDK 7 em seu computador utilizando o seguinte link, Oracle OpenJDK 7 tenha certeza que escolheu a opção correta, o openSuse utiliza pacotes do tipo RPM.

1 – Digite o seguinte comando no terminal do Linux :

rpm -Uhv sqldeveloper-4.0.3.16.84-1.noarch.rpm
Instalando o SQL Developer

Instalando o SQL Developer

2 – Após a instalação digite no terminal: sqldeveloper e o programa se inicializará, na primeira inicialização ele irá pedir o caminho do JDK do seu computador, o caminho é parecido com este exemplo: /usr/java/jdk1.7.0_71, após digitar o caminho do seu computador, tecle enter e o SQL Developer irá inicializar:

Oracle SQL Developer

Oracle SQL Developer

3 – Na janela de conexões clique no sinal de mais (+) para criar uma nova conexão. Em sua primeira conexão, conecte-se com o usuário system e a senha da sua instalação do Oracle:

Conexão Oracle

Conexão Oracle

4 – O banco de dados Oracle possui o conceito de Database User, isto significa que você precisa criar pelo menos um usuário para que seja o proprietário dos objetos que você pretende criar, expanda a pasta de usuários e com o botão direito crie um novo usuário:

Novo Usuário

Novo Usuário

5 – Após digitar um nome e uma senha clique na aba de atribuições concedidas e o atribua como DBA, por enquanto vamos criar somente estas configurações, clique em aplicar e feche a janela:

DBA

DBA

6 – Agora não precisamos mais da conexão feita pela usuário System, podemos nos desconectar e criar uma nova conexão utilizando o usuário que acabamos de criar. Efetue este procedimento e teste o banco de dados com o script que você encontra logo abaixo:

Testando o Database User

Testando o Database User

Importante:

Este post foi escrito para a interface gráfica Gnome do openSuse, caso utilize a KDE você deve substituir o aplicativo GEdit pelo KWrite, e quando chamar um aplicativo com GUI da linha de comando substituir o comando sudo por kdesu.

Use os scripts abaixo para testar sua conexão e seu novo Database User:

PL/SQL

-- Cria tabela
CREATE TABLE "DABERTO"."TABELATESTE" 
   (	"IDENTIFICADOR" NUMBER(10,0), 
	"NOME" VARCHAR2(30 BYTE), 
	"SOBRENOME" VARCHAR2(70 BYTE), 
	"CARGO" VARCHAR2(30 BYTE), 
	"SALARIO" NUMBER(9,2)
   );
   
   -- Insere dados na tabela
   INSERT INTO TABELATESTE
   VALUES (1, 'Oracle XE', 'openSuse', 'Desenvolvimento Aberto', 1234.56);
   
   -- Seleciona dados na tabela
   SELECT * FROM TABELATESTE;

 

O Oracle Database XE, oferece o Oracle 11g Release 2 livre para distribuição nas plataformas Windows e Linux. O suporte para esta versão é feito exclusivamente através de fóruns on-line. O Oracle 11g Express Edition, lançado em 24 de setembro de 2011, pode suportar 11 GB de dados do usuário. O Oracle Database XE é fácil de instalar e oferece um banco de dados Oracle e ferramentas para gerenciamento.

Oracle XE Download: Oracle Database Express Edition x64 – Linux

Instalando o Oracle XE no Linux openSuse

Oracle disponibiliza os pacotes da ultima versão de seu banco de dados livre apenas no formato RPM, e segundo os requerimentos do sistema no qual o Oracle XE pode ser instalado, as distribuições do Linux são: Oracle, RedHat e Suse todos na versão Enterprise, porem podemos também instalar o Oracle em versões gratuitas destas distribuições, também é possível instalar o Oracle em outros sistemas Linux que não utilizam pacotes do tipo RPM, necessitando apenas converte-los para o formato do pacote da distribuição desejada.

Instalar o Oracle XE é relativamente fácil, entretanto você precisa seguir os requisitos necessários para uma instalação sem erros, o primeiro é o tamanho do Swap do Linux, é necessário no mínimo 2048 MB ou 2 GB, o mais importante é o nome do seu computador, não pode ter caracteres especiais como “.” (ponto) ou “-” traço”, talvez você precise renomear seu computador especialmente se estiver utilizando em uma maquina virtual.

Documentação Oficial: Instalação Linux.

Checando Requisitos e Instalando

1 – Precisamos saber se você tem os requisitos necessários, vamos começar pelo nome do seu computador, caso já possua um nome adequado pule este passo. Abra como root o programa GEdit e localize o arquivo chamado HOSTNAME na pasta /etc e altere o nome do seu host para um nome adequado sem pontos ou traços:

Hostname

Hostname

2 – Precisamos também alterar nosso arquivo hosts para que o Oracle consiga resolver o nome em questão, principalmente se pretender utilizar o Oracle em uma maquina virtual, abra o GEdit como usuário root e localize o arquivo Hosts na pasta /etc e insira uma linha com o IP local e nome do computador:

Hosts

Hosts

3 – Você precisa garantir que o openSuse possui o tamanho do Swap correto, se você instalou o sistema operacional com os padrões default do instalador o seu Swap está menor do que o necessário por apenas alguns kilobytes de tamanho, efetue este procedimento para aumentar o Swap em 1024 MB e garantir a instalação:

su
dd if=/dev/zero of=/root/myswapfile bs=1M count=1024
mkswap /root/myswapfile
swapon /root/myswapfile

4 – Se precisou efetuar a troca de nome do seu host, reinicie seu computador. Com o computador já reinicializado este é o ultimo requisito para instalar o Oracle, algumas distribuições do Linux não contem o diretório necessário em que o Oracle efetua um Touch para subir o Listner, precisamos cria-lo manualmente, não se preocupe este diretório é temporário e será excluído posteriormente:

sudo md /var/lock/subsys/listener

5 – Após o download do arquivo RPM do Oracle, descompacte-o, entre na pasta chamada Disk1 e utilize a seguinte linha de comando para a instalação:

rpm -ivh oracle-xe-11.2.0-1.0.x86_64.rpm
Instalando o Oracle XE

Instalando o Oracle XE

6 – Após a instalação inicie a configuração do Oracle utilizando a linha de comando a seguir, deixe todos os parâmetros padrões por enquanto e crie uma senha para o sistema:

/etc/init.d/oracle-xe configure
Configuração Oracle XE

Configuração Oracle XE

7 – Agora vamos configurar a variável de ambiente para o Oracle, iniciar o servidor e para testar vamos abrir o Sqlplus e conectar com o usuário do sistema. Digite os comandos abaixo.

Para abrir o Sqlplus você pode simplesmente digitar seu nome na busca do sistema openSuse e o ícone automaticamente aparecerá para você. Abra-o e digite connect, em seguida digite o usuário system e a senha que você configurou na instalação para se conectar:

cd /u01/app/oracle/product/11.2.0/xe/bin
./oracle_env.sh
/etc/init.d/oracle-xe start
Sqlplus

Sqlplus

8 – Pronto, o Oracle XE já está instalado e funcionando corretamente, você pode iniciar o gerenciador pelo ícone chamado conceitos básicos do Oracle que você encontra nas ferramentas do menu do openSuse:

Conceitos Básicos

Conceitos Básicos

Para saber mais sobre o Oracle XE você pode utilizar nossos exemplos para Linux ou ainda instalar uma ferramenta livre de administração e programação com interface gráfica chamada Oracle SQL Developer.

Importante:

Este post foi escrito para a interface gráfica Gnome do openSuse, caso utilize a KDE você deve substituir o aplicativo GEdit pelo KWrite, e quando chamar um aplicativo com GUI da linha de comando substituir o comando sudo por kdesu.

O Projeto openSUSE é um esforço mundial que promove o uso do Linux em todos os lugares, criando uma das melhores distribuições Linux do mundo, trabalhando junto num aberto, transparente e amigável estilo como parte de uma comunidade mundial de Software Livre e de Código Aberto. O openSUSE também é a base para os premiados produtos da Novell. O openSuse é rápido e leve e caso queira instalar em uma maquina virtual no qual rodará no seu sistema operacional nativo, siga os passos abaixo ou se desejar instalar diretamente no seu computador pule direto para o inicio da instalação do openSuse.

Oracle Virtual Box

Na ciência da computação, máquina virtual é o nome dado a uma máquina, implementada através de software, que executa programas como um computador real, também chamado de processo de virtualização.

Uma máquina virtual (Virtual MachineVM) pode ser , definida como “uma duplicata eficiente e isolada de uma máquina real”. A IBM define uma máquina virtual como uma cópia isolada de um sistema físico, e esta cópia está totalmente protegida.

Máquinas virtuais são extremamente úteis no dia a dia, pois permitem ao usuário rodar outros sistemas operacionais dentro de uma janela, tendo acesso a todos os softwares que precisa.

Virtual Machine: http://www.oracle.com/technetwork/server-storage/virtualbox/downloads/index.html?ssSourceSiteId=ocomcz

O que é openSuse?

O projeto openSUSE é um programa comunitário patrocinado pela Novell. Promover o uso do Linux em todos os lugares, este programa fornece gratuitamente, acesso fácil ao openSUSE, uma distribuição Linux completa. O projeto openSUSE tem três objetivos principais:

  1. Tornar o openSUSE Linux o mais fácil para qualquer um obter e a distribuição Linux mais usada;
  2. Alavancagem Open Source de colaboração para tornar o openSUSE um ambiente de distribuição e uma área de trabalho mais usável do mundo Linux para usuários novos e experientes;
  3. Abrir e simplificar dramaticamente os processos de desenvolvimento e de empacotamento para tornar o openSUSE a plataforma de escolha para desenvolvedores Linux e fornecedores de software.

OpenSuse: https://pt.opensuse.org/

OpenSuse - Maquina Virtual

OpenSuse – Maquina Virtual

Como Configurar a Maquina Virtual?

  1. Instale e abra o software  Oracle VM VirtualBox.
  2. Clique no botão novo.
  3. Preencha o campo nome com o nome e versão do sistema operacional baixado.
  4. Na opção tipo escolha: Linux.
  5. Na opção versão escolha: a versão do sistema operacional* adequado e clique em próximo.
  6.  Escolha o tamanho da memoria RAM, recomendado 521mb e clique em próximo (se possível utilizar 2Gb).
  7. Na opção disco rígido escolha: Criar um disco virtual agora  e clique em próximo.
  8. Na opção tipo de arquivo escolha: VDI  e clique em próximo.
  9. Na opção de armazenamento escolha: Dinamicamente alocado  e clique em próximo.
  10. Informe o nome desejado para o novo disco rígido e clique criar
  11. Agora você pode ver o nome do sistema criado com o status desligado.
  12. clique no sistema operacional e em configurações.
  13. Clique na opção: Armazenamento.
  14. Clique na opção: Controladora de IDE
  15. Clique no ícone em forma de DVD com um sinal de mais verde.
  16. Clique no botão escolher disco e escolha o sistema operacional baixado (.ISO do openSuse).
  17. Click no botão OK.
  18. Clique na seta verde: Iniciar.

Pronto a maquina Virtual ira iniciar e dar o boot no DVD virtual que criamos com o arquivo .ISO.


Erros Comuns – Maquina Virtual

ISO do openSuse possui as duas opções de instalação 32 e 64 bit,  atente-se a versão correta, pois utilizaremos outros produtos existentes somente para a arquitetura x64. Se você não enxerga nenhum sistema operacional x64 no VirtualBox, siga as instruções de correção ou veja o FAQ para saber se seu computador suporta virtualização. A imagem abaixo possui a opção correta para sistemas 64 bit:

OpenSuse - x64

OpenSuse – x64

 

Plataforma: Oracle Virtualbox  no Windows 8 atualizado e Windows 8.1:

Causa:

O pacote de atualização de vunerabilidade do Hyper-V: http://support.microsoft.com/kb/2893986/pt-br

Sintomas:

O Virtualbox não habilita os sistemas operacionais  x64 na lista de opções.

O Virtualbox não habilita configurar mais de um processador.

O Virtualbox desabilita a aba aceleração.

Motivo:

O Windows retém recurso do Hyper-V para si próprio desabilitando o uso em outros softwares como o Oracle VirtualBox Machine.

Correção:

Abrir o CMD (prompt de comando do DOS) como administrador e digitar o seguinte comando:

bcdedit /set hypervisorlaunchtype off

Reiniciar o computador.

Outros Possíveis Erros Oracle VM

  • Virtualização desabilitada na BIOS do computador.
  • Virtualização não suportada pelo computador.
  • Outros softwares de virtualização utilizando os recursos VT-X/AMD-V.

Para solucionar estes e outros erros consulte este link: Oracle VM Box FAQ.


Como Instalar o openSuse?

Para quem ainda não conhece os atuais sistemas operacionais baseados em Linux com certeza deve ter ouvido sobre como é difícil executar uma instalação do mesmo. Prepare-se agora você vai testemunhar que isto não passa de um mito e melhor ainda, a instalação do openSuse é mais fácil e mais rápida do que instalar por exemplo o Windows 7 ou 8.

Se você seguiu os passos de como criar a maquina virtual você tem uma janela com o boot openSuse carregado, caso queira instalar sem uma maquina virtual, inicie os passos aqui:

1 – Assim que inicializar a maquina virtual o boot será lido, escolha Installation:

Instalação

Instalação

2 – Selecione seu idioma e clique em próximo:

Idioma e Teclado

Idioma e Teclado

3 – Escolha nova instalação e clique em próximo:

Nova instalação

Nova instalação

4 – Escolha seu fuso-horário e clique em próximo:

Fuso-horario

Fuso-horário

5 – Escolha a interface gráfica de sua preferencia KDE, Gnome ou a interface que preferir:

Interface grafica

Interface gráfica

6 – Escolha as partições de disco e Swap do Linux, para nosso proposito precisamos de no mínimo 2GB de Swap, que é o padrão do openSuse:

Partições

Partições

7 – Crie seu usuário e senha e também configure uma senha para o usuário root:

Usuário e root

Usuário e root

8 – Confira o resumo de sua instalação e clique em instalar:

Resumo

Resumo

9 – Aguarde o andamento da instalação e atente-se a reinicialização devido ao boot que você configurou na maquina virtual:

Instalando...

Instalando…

Obs: Não esqueça que você configurou um DVD virtual com a instalação do openSuse e o boot ira inicializar o instalador novamente, você precisa fechar a maquina virtual, clicar o no disco ISO criado, botão direito remover e iniciar o sistema outra vez.

10 – Após a reinicialização o openSuse irá configurar automaticamente seu sistema operacional, aguarde e estará pronto para uso:

Configuração Automatica

Configuração Automática

11 – Você já pode utilizar sua distribuição Linux openSuse:

Linux - openSuse

Linux – openSuse

Resolução WideScreen na Maquina Virtual:

Após a instalação completa da maquina virtual, você pode ver que a tela possui a uma resolução de 1024×768  mas para ajuste total da tela widescreen é necessário uma resolução de 1366×768, para mudar isso siga os seguintes passos:

  1. Abra  a maquina Virtual.
  2. Efetue login no openSuse.
  3. No menu dispositivos clique em:  Instalar adicionais para convidado.
  4. Desligue a maquina virtual.
  5. ligue novamente já com o monitor widescreen.

Resolução da tela após atualizar o openSuse:

Após atualizar o openSuse em alguns casos você precisa reinstalar os adicionais para convidado do Virtual Box para que a resolução da tela volte ao formato widescreen, para isto siga os seguintes passos:

  1. Entre no dispositivo de media do Virtual Box:  /media/user/VBOXADDITIONS_x.x.xx.xxxxx
  2. rode o seguinte arquivo: sudo sh ./VBoxLinuxAdditions.run

Parabéns e bem vindo ao mundo Linux.


O que fazer depois de instalar o openSuse?

Após instalar o openSuse talvez você queira saber mais sobre o que instalar e como programar para o sistema operacional Linux então você pode clicar aqui.